Candidato ao GDF visitou Ceasa, feira orgânica da 308 Sul, participou de roda de mulheres e esteve na Feira dos Importados
- 22 de ago.
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Atualizado: 31 de ago.
O candidato ao Governo do Distrito Federal Ricardo Cappelli (PSB) dedicou a agenda deste sábado,22, ao contato direto com produtores, feirantes, trabalhadores e consumidores. Ao lado da candidata a vice-governadora Sofia Carvalho, passou pela Ceasa, pela tradicional feira da 308 Sul, participou de uma roda de mulheres no Setor Comercial Sul e encerrou as atividades na Feira dos Importados.
Na Ceasa, Cappelli colocou a agricultura familiar no centro do debate e defendeu uma reforma estruturante do espaço para melhorar as condições de comercialização dos produtores.
“A gente veio conversar com quem sustenta a cidade. É a agricultura, especialmente a agricultura familiar, que coloca comida na nossa mesa. Esse segmento precisa estar muito fortalecido em um projeto de governo”, afirmou.
Sofia Carvalho também tem ligação direta com o setor. Agricultora agroflorestal, produtora rural, microempreendedora e pesquisadora, ela atua há quase dez anos na produção de alimentos e em iniciativas ligadas à agricultura familiar e à sustentabilidade.
Na sequência, Cappelli visitou a feira da SQS 308 Sul, tradicional espaço de produtos orgânicos, agroecologia e convivência comunitária do Distrito Federal.
Mais tarde, no Setor Comercial Sul, participou de uma roda de mulheres organizada pelo deputado federal Rodrigo Rollemberg. No encontro, ouviu relatos e defendeu uma política mais próxima da população.
“Uma roda como essa é fundamental para ouvir as mulheres, conhecer suas dores, seus desafios e suas esperanças. Como governador, quero transformar essa escuta em política pública, com um governo que esteja presente, responda aos problemas reais e construa soluções junto com as mulheres do Distrito Federal”, afirmou Cappelli.
A agenda seguiu para a Feira dos Importados, onde Cappelli conversou com feirantes, pequenos comerciantes e consumidores. “Um governo precisa conhecer a cidade real, ouvir quem trabalha e entender os problemas de quem está na ponta”, afirmou.